Magnum Branco?

Para quem não entendeu o que escrevi ontem, estava separado por palavras relacionados com: Mentiras, a surpresa delas, e a intriga que as pessoas criam contra outras só porque são um incómodo na sua vida, tentando assim causar-lhe mais infelicidade.

Ah, que dor. Queria tanto ver o filme The Runaways. Para quem não sabe, fala de uma chamada, pelo óbvio, The Runaways, e foi considerada a primeira banda de rock feminina por volta dos anos 60/70, mais coisa menos coisa, não me lembro exactamente. Eu não sou grande fã da Dakota Fanning(?), mas devo de admirar a voz dela. Faz o papel de vocalista, canta e parece tudo menos uma miúda.
Bem, para mais informações, vão à wikipedia. Eu só não podia deixar de partilhar esta música, quase um pseudo lema de vida actualmente, para mim. Confesso que não faz muito o meu género, mas a letra é algo de, Senhores e Senhoras, veneração pela minha parte.




O que é de igual admiração pela minha parte é o cartaz do Paredes de Coura, que eu saiba até agora. White Lies?! Uma das bandas que está sempre a tocar no meu telemóvel desde que perdi o MP3, Enter Shikari que já não oiço à um bocado mas ainda me lembro dos videoclips na MTV (sim, eu via MTV quando morava em casa da minha mãe), e Klaxons?! Uhuh.

Nota Mental:
1. Convencer alguém louco/a o suficiente para ir acampar comigo, caso se verifique Paredes de Coura.
2. Poupar dinheiro desde... Já?!
3. Lista de Prioridades porque não se pode ter tudo... Ah, Muse e Rammstein. Ah, LCD. Ah, Paredes.

Nota Mental ainda mais inútil do que a anterior.
1. Ir buscar gelados, Magnums brancos ou de caramelo. Preciso de açúçar e como está a chover, nada como um bom gelado Magnum... Ou a merda que me lembrar.
2. Escolher dois filmes para ver hoje... Naquele site maravilhoso que não sei quem me deu.
3. Começar a trabalhar no novo Lay do Twitter.

Chuchu's.
t.care

Música Dakota Fanning feat Kristen Stewart - Cherry Bomb

sexta-feira, 16 de abril de 2010 6 Comments

o bobo da corte

Movimento, rotação espontânea da perplexidade do Homem aos olhos dos que observam suaves movimentos da chuva por entre os dedos, por entre as madeixas de cabelo, por entre os lábios entreabertos no silêncio mortal e o beijo no coração, o beijo sufocante. O doce sabor lusco-fusco da objectividade, a corrosiva apoplexia na luz vibrante da música.
O ritmo frenético do bater dos corpos, em nada revela a verdadeira batalha na mente dos que se debatem na sua teia, a mentira. Mas a dança prolongar-se-á na luxúria de uns, renascida dos fios de fogo consumidos numa porta queimada que para nada mais do que tinha vista excepto cinzas do que restou.
Silêncio, que a podridão das massas e dos singulares mantém-se e que as suas vozes falsas e intriguistas se façam ouvir! Silêncio, pois quando menos for esperado, o pano será levantado a meio do teatro. Levantado, revelando a desgastante mímica que se faz consecutivamente.
Silêncio, que surgirá a altura de apontar o dedo à ferida, ao prego no bobo da corte, na alma intriguista! Que na próxima cena, surja o primeiro a levantar-se do seu pedestal, o amado desejoso do contemplar, para que a ironia; a intromissão sejam ainda mais turbulenta e tenra. Mais venenosa, mais penetrante.
Apontemos mais a língua mal falada para nos deixarmos consumir na ignorância da realidade alheia, e fluirmos nas suas palavras dotadas.
A preço de nada, a troco de nada.


Música:White Stripes - Jolene

quinta-feira, 15 de abril de 2010 2 Comments

Alô?

Dei os retoques nisto que queria. Não algo tão sombrio, mas que não fugisse da minha personalidade, mesmo depois de todas as mudanças. O mais engraçado, irónico, ou que seja, é que as mudanças não passaram disso. Mudanças superficiais. Algo que determinantemente me tornou agressiva à vida. Uma rebeldezinha social, como alguns pensariam. Mas não, não uma góticazinha/Emo com a mania de X ou Y. Se bem que mesmo que o fosse, alguém teria algo a ver com isso? Quem gosta, quem não gosta ao menos que não minta!
Mas eu continuo a pensar em alguém, continuo a ter o meu coração a bater por alguém… No New Moon, da tão conhecida autora Stephenie Meyer mas na versão em inglês, encontrei uma frase que totalmente explora o meu Psicológico neste momento:

“I saw no reason for fear. I couldn't imagine anything in the world that there was left to be afraid of, not physically at least. One of the few advantages of losing everything.”


Talvez seja por causa disto que actualmente tenha adquirido uma independência social gigante do nada. Pequenos passos são dados, mas sem dúvida que o que eu precisava, e o que falta, não está lá. Faltar, para completar, completar para curar, curar para não ser um coração oco. É este o preço a pagar? É demasiado alto. Mas bem, também não depende de mim, nunca dependeu verdadeiramente.
Mas sem dúvida, acreditar que um ano e tal foi uma mentira da outra parte, ajudou em muito para me deixar com um não-amor à vida tão grande, que agora vou realizando as coisas só porque… Já não importa. No future. Porque, embora todos me digam “Isso passa, dá tempo ao tempo”; “Os sentimentos vão desaparecer, vais ver”; etc, etc, etc. Meu Deus, será que só a minha melhor amiga que agora está a passar pela mesma situação entende que há pessoas que se tornam definitivas na nossa vida?!
Oh well. Era só mesmo para dar um Alô com o novo template provisório enquanto eu não me torno uma pró no Photoshop. Mais tarde actualizo.

“If leaving is the right thing to do…(…) Then I’ll hurt myself to keep from hurting you, to keep you safe.” - Midnight Sun

Ao som de: Epica – Never Enough

segunda-feira, 12 de abril de 2010 Leave a comment

« Mensagens antigas Mensagens mais recentes »

follow me

Com tecnologia do Blogger.

Blogger templates

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner